6 de dezembro de 2011

CURSO DE MARKETING PARA BANDAS: AQUI NINGUÉM FICA DE EXAME

Imagem extráida do site:
http://www.topcomcursos.com.br/
Na primeira vez que fora realizado o curso, tinha ficado muito chateado por não ter conseguido ir, mas quando soube que aconteceria novamente, tratei de fazer logo a minha inscrição e pensei comigo: a hora chegou!

Depois de um mês de ansiedade, veio o grande dia, e posso lhes garantir que o conteúdo direcionado ao curso é algo excelente não apenas para as bandas, mas para todos que querem seguir carreira no rock, seja na área de Assessoria de Imprensa, Publicidade, Fotografia e Jornalismo, até porque nem todos os fãs do estilo pensam em montar uma banda.

O curso foi dividido em duas partes nas quais eu chamo de Razão e Emoção, onde a primeira, a "Racional" foi com o Publicitário Alan Albuquerque, produtor do programa To No Palco, onde o mesmo explicou sobre as etapas de Planejamento, Criação de um Nome, algumas coisas de marketing, onde foi mostrada inclusive a Analise Swot (quem estudou Planejamento sabe do que estou falando), importância do uso das cores, fotos, além da coisa mais importante: o profissional tem de ser um empreendedor, e seguir com a sua banda, projeto, revista como um modelo de negócio!

Só que o interessante é que todo esse conteúdo foi passado de uma forma clara e transparente, onde até quem não viu este tipo de matéria anteriormente conseguir gravar sem traumas.

Já a segunda parte, a "Emocional", foi aplicada por Fabrício Ravelli, e um dos diretores do programa To No Palco, além de ser baterista da banda Imbyra, além de ter feito parte das bandas Hirax, Salário Mínimo, Scars, Harppia, entre outras, contou de sua experiência de quatro anos no exterior, onde pode perceber o porque das bandas independentes conseguem viver lançando seus trabalhos e ao contrário do independente no Brasil, lá fora as bandas VIVEM de sua música, e não SOBREVIVEM.

Outro aspecto interessante abordado pelo músico e empresário foram o Big 4, explicando o porque das bandas terem feito este grande acontecimento do Thrash mundial, não apenas por dinheiro, mas pela União para que este grande evento ocorresse, e que isso deveria servir de exemplo para a cena nacional, lembrando alguns conceitos do Cooperativismo, além da idéia  sobre as bandas de diferentes regiões do país criarem um intercâmbio entre elas.

Enfim, as dicas deste curso foram muito importantes, pois falando por mim, mesmo estando há muitos anos no meio, sempre escrevendo, acompanhando shows e trabalhos de bandas mainstream e underground, percebi que algumas coisas importantes eu havia deixado de lado e outras eu não estava fazendo da forma correta, o que me deixou muito animado para levar este blog de maneira mais profissional e com mais atenção aos detalhes. Como é bom rever certos conceitos...

Para encerrar é interessante dizer duas coisas: que o curso é altamente recomendado as pessoas que vêem a música muito mais que diversão e sim um modelo de negócio e que os professores sisudos das universidades deveriam se conscientizar que os rockers com seus cabelos compridos e roupas pretas podem sim ser grande empreendedores!

Se você quiser saber mais, entre em contato através dos links abaixo:

Um comentário:

Anônimo disse...

ae The rocker, sou o Lucas guitarrista da STAFF, estavamos no curso tbm, maneiro o seu ponto de vista sobre o curso, tbm gostei bastasnte....abraço!