9 de julho de 2013

SYMPHONY OF MALICE: “ESTAMOS MUITO ANSIOSOS PARA A APRESENTAÇÃO COM O KORZUS”

Com cinco anos de estrada e formado nos Estados Unidos, o Symphony of Malice é um grupo que mistura sons tradicionais do heavy/thrash com uma pegada moderna. Neste período, lançaram dois trabalhos: o EP Judgement Day (2008) e Judgement Day (The Aftermath), lançado no ano passado que reúne canções do primeiro trabalho, com uma melhor qualidade profissional.

Neste momento, o grupo formado por Gus Sinaro (guitarra/voz), Joey Concepcion (guitarra), Allen Benatar (bateria) e atualmente estão sem baixista, se prepara para algumas apresentações no Brasil. Nesta entrevista, feita com Gus, que é brasileiro, nos conta das novidades e planos futuros da banda.

Confiram:

Por João Messias Jr.

NEW HORIZONS ZINE: O grupo é americano, mas possui um brasileiro em
Symphony of Malice
Kaos Photography

sua formação, vocalista/guitarrista Gus Sinaro. Como surgiu a oportunidade de morar e montar uma banda nos Estados Unidos?
Gus Sinaro: Formei a banda Symphony Of Malice em 2008 após sair da banda Panic Theory. Moro no EUA há muitos anos e agora tenho endorsements do BBE Sound e do Hughes & Kettner por causa do sucesso do Symphony Of Malice.

NHZ: Você que já teve bandas no Brasil, quais as principais diferenças de se ter e trabalhar uma banda de rock pesado aqui e no exterior?
Gus: Sim,  tive uma banda-tributo aos grupos Iron Maiden/ Helloween/ Stratovarius quando eu morava em São Paulo. Os estilos de metal variam muito de pais a pais.. Aqui no EUA o metal moderno do Trivium, All that Remains , Killswitch Engage é bem mais aceito do que o power metal.

NHZ: Falando em trabalho, a internet hoje é um grande facilitador para grupos independentes. Dessa forma é possível se estabelecer contatos e até marcar shows em outros países. Você pensa que seria possível trabalhar uma banda independente de outra forma hoje?
Gus: Acredito que a internet facilitou muito para bandas independentes ao redor do mundo. Mídias como Youtube e facebook tomaram conta e hoje são as ferramentas mais importantes de exposição hoje em dia.

NHZ: Vocês praticam uma mistura que engloba desde elementos clássicos (Metallica, Maiden) e contemporâneos (Trivium, All that Remains). Como é fazer essa miscelânea e mesclar essas escolas nas composições?
Gus: Escrevo as músicas sozinhas desde o início e procuro incorporar influências das  minhas bandas favoritas, alem de adicionar o meu toque e estilo. Hoje, o guitarrista Joey Concepcion está me ajudando e contribuindo nas composições, que estão com um ótimo resultado.

NHZ: Essa mistura já rendeu um EP, que recebe o nome de Judgement Day, lançado em 2010. Como foi sua repercussão e aceitação nos Estados Unidos e Europa?
Gus: Recebemos uma grande repercussão nessa área de New York, Connecticut. O trabalho foi bem comentado na  Califórnia e em países da Europa, como a  Alemanha.

NHZ: Vamos falar um pouquinho do Brasil. Quais trabalhos feitos por aqui que te chamaram a atenção?
Gus: O Sepultura ainda continua sendo minha banda favorita nacional.

NHZ: Falando em bandas brasileiras, vocês se preparam para algumas apresentações no país. Entre elas, vocês dividirão o palco com os grupos Korzus e Nervosa, em Santos. Quais as expectativas para esta e as outras apresentações que virão pela frente?
Gus: Estamos muito ansiosos para a apresentação com a lendária banda Korzus e nossa participação no programa Showlivre.

Capa do CD Judgement Day (The Aftermath)
Divulgação
NHZ: Vocês não possuem baixista fixo na formação. Quem fará a função das quatro cordas durante as apresentações no Brasil?
Gus: Para estas apresentações, a banda terá no posto de baixista, meu amigo de infância,  Leandro Moreira,  que faz parte da banda House of Bones. (N. do R.:banda formada por músicos brasieiros que fazem/fizeram parte de grupos como Versover e Hangar)

NHZ: Para encerrar, já se vão três anos sem lançar material inédito. Qual a previsão para um novo trabalho?
Gus: Na verdade, lançamos um álbum completo no final do ano passado. Ele se chama Judgement Day ( The Aftermath) que no caso possui musicas do EP, mas com melhor qualidade profssional. O CD foi mixado e masteriazado por Nick Bellmore, que toca nas bandas Toxic Holocaust e Kingdom of Sorrow e já gravou bandas como o Hatebreed.

NHZ: Gus, obrigado pela entrevista! Deixem uma mensagem aos leitores desta publicação.
Gus: Galera valeu pelo apoio e assistem nossos vídeos no youtube!

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