30 de janeiro de 2012

ELUVEITIE EM SP: AINDA MAIS PODEROSO...

Por João Messias THE ROCKER

Eluveitie
Foto: João Messias THE ROCKER
Em menos de um ano de sua visita ao país, o octeto retornou para mais algumas apresentações no país, tendo São Paulo como palco de encerramento da tour nacional, e foi possível ver e ouvir a alto brado que a banda continua muito querida pelo povo brasileiro!

Dessa vez alguns fatos curiosos marcaram essa noite, pois ao invés de bandas de abertura, tivemos como open act o pessoal do Heidnir, que é um grupo que encena batalhas medievais, que se por um lado seria mais interessante uma banda abrindo, por outro não deixou de ser exótico assistir a encenação destas lutas.
Mas o que o público queria (que veio em um excelente número) era assistir a banda principal, e depois de um pequeno atraso, entra ao palco o Eluveitie, que após a intro chegou trovejando com Everything Remains que foi ovacionada pelos presentes, passando por Nil e Thousanfold, que ficou ainda mais poderosa, com o público respondendo a plenos pulmões!


E é aí que entrou o outro fato curioso, apesar da empolgação destes, a vocalista Anna Murphy não se movimentou tanto como n a outra apresentação, estava até tímida, além de ter tido alguns problemas na voz (ela perdeu a voz no show de Curitiba), o que impossibilitou da moça cantar "solo" na apresentação. Uma pena, pois as músicas "carros chefe" da banda como Omnos, , e a nova A Rose For Shapona, de Helvetios, ainda a ser lançado, funcionam como um contraste em meio a brutalidade, uma pena mesmo!

Chrigel e Anna Murphy
Foto: João Messias THE ROCKER

Só que o público não quis nem saber disso e continuou fazendo a sua parte junto com a banda, pois haviam diversas rodas e muitos, mas muitos mesmo cantavam as músicas junto com a banda. Em músicas como Kingdom Come Undone,  Chrigel pediu para criar uma enorme roda para o banging, o que foi prontamente atendido.

Após o encerramento com Inis Mona, a banda voltou para bis com Tagernako, após esse som terminou a sua apresentação ovacionada pelos presentes e que pela resposta, creio que muito em breve retornará ao país.Mais uma vez encerro estas linhas agradecendo a toda organização do evento pela ótima noite e ao público que "representou" comparecendo em um ótimo número, num ano que promete em termos de shows, pois segundo a organização do evento, teremos o Arkona em abril e Korpiklaani em junho, então é levantar os punhos e torcer para que essas apresentações se concretizem.
A banda estava visivelmente empolgada em sua apresentação, principalmente o vocalista Chrigel Glazmann , o guitarrista Simeon Koch, com sua Gibson Flying V e o baixista Kay Brem o primeiro por bradar alto e bom agradecer o carinho dos brasileiros com a banda e os dois últimos por se movimentarem constantemente para os cantos do palco!

16 de janeiro de 2012

ELUVEITIE PROMETE REPERTÓRIO EXCLUSIVO COM NOVAS MÚSICAS EM SHOWS NO BRASIL

Eluveitie
Foto: Divulgação
Por Costábile Salzano Jr. (The Ultimate Press)

O Eluveitie, grupo considerado um dos mais influentes do cenário do folk metal dos últimos tempos, está mesmo com a intenção de levar os fãs brasileiros à loucura. O baterista Merlin Sutter revelou, na página oficial da banda no Facebook, que o repertório dos shows em Curitiba (18/01 - Music Hall), Belo Horizonte (19/01 - Music Hall) e São Paulo (20/01 - Estúdio Emme) será exclusivamente recheado de composições do novo álbum "Helvetios". Este trabalho só será lançado em Fevereiro via Nuclear Blast.
"Com o objetivo de tornar os nossos shows no Brasil ainda mais especiais, decidimos que iremos tocar mais músicas do nosso novo álbum "Helvetios", além das duas já reveladas 'Meet The Enemy' e 'A Rose For Epona'", declarou o baterista.
Os ingressos paras as apresentações nas três capitais continuam à venda. Confira o valor e os pontos de venda no serviço abaixo.
A atual formação do Eluveitie conta com Chrigel Glanzmann (vocal principal, mandola, flautas, gaita, violão acústico e bodhrán – espécie de tambor tribal), Meri Tadic (violinos e vocais secundários), Anna Murphy (hurdy gurdy – viola de roda e vocal), Ivo Henzi (guitarra), Kay Brem (baixo), Simeon Koch (guitarra), Päde Kistler (gaita de fole e Tin & low whistles – espécie de flauta irlandesa) e Merlin Sutter (bateria).
O aclamado antecessor “Everything Remains As It Never Was” (2010) teve grande apelo no mercado musical europeu. O disco chegou a figurar nos charts dos discos mais vendidos em paises como: Suíça: #8, Alemanha: #19 e Áustria: #22.
Neste momento, o Eluveitie está vivendo um grande momento em sua carreira. Além destes três shows no Brasil, eles confirmaram presença no cruzeiro temático 70.000 Tons of Metal que reúne em 4 dias aproximadamente 2.000 fãs de heavy metal a bordo do luxuoso Majesty of The Seas e sairão em uma longa turnê pelos EUA ao lado do Children of Bodom. A excursão, até o momento, passará por 26 cidades.
A banda lançou a EluTV que traz cenas de shows e bastidores da turnês ao redor do Mundo e já tem exibido imagens dos músicos trabalhando no novo disco. Para conferir, acesse www.eluveitie.ch.
"Meet the Enemy" e "A Rose For Epona" estão disponíveis para audição em https://www.facebook.com/eluveitie.
Leia a entrevista exclusiva da banda em http://theultimatepress.blogspot.com/

Confira a mensagem super descontraída dos músicos desejando um Feliz Natal e um próspero Ano Novo aos seus fanáticos seguidores em http://www.youtube.com/watch?v=HlOQZb9ZXg0

Assista a primeira mensagem aos fãs brasileiros em: http://www.youtube.com/watch?v=ZZ89ixLYm_4&


Promoções:
Links relacionados:

Serviço São Paulo
Data: 20/01/2012 - Sexta Feira
Local: Estúdio EMME - http://www.estudioemme.com.br/
Bilheteria: segunda a sábado, das 13h às 20h.
Rua Pedroso de Moraes, 1036 – Pinheiros
Tel. (11) 3031.3290
Abertura: Hednir - grupo de encenação de batalhas medievais
Ingressos:
1° lote limitado: R$ 80,00 (Meia entrada/promocional)
Camarote: R$ 100,00
Postos de Venda:
Galeria do Rock:
Animal Records: (11) 3223.6277

Consulado do Rock: (11) 3221.7933

Die Hard: (11) 3331.3978

Mutilation: (11) 3222.8253

Paranoid: (11) 3221.5297

Santo André: Metal CDs (11) 4994.7565
Venda pela internet: http://www.ticketbrasil.com/ (à vista ou parcelado)
Informação: (11) 4994.7565 / (11) 9557.8358
Imprensa: (13) 9161.6267
Serviço Curitiba
Data: 18/01/12 (quarta-feira)
Abertura da casa: 20h
Local: Music Hall
Endereço: Rua Engenheiro Rebouças, 1645
Fone: (41) 3026-5050
Início de Vendas: 14/12/2011
1º lote de ingressos antecipados a R$ 70,00 (estudantes e doadores de 1kg de alimento)
Abertura: Thunder Kelt
Pontos de Venda:
Túnel do Rock: (41) 3322-9502
Let’s Rock: (41) 3324-2676
Curitiba Hard Rock: (41) 3017-3244
Dr. Rock: (41)3324-0669
Alameda do Rock: (41) 3077.4357
Realização: Volume 10 e CP Management
Apoio: Rock Brigade, X-Press ON!, Krest Cymbals, Curitiba Underground, Vó Lidia Refeições, Hidromel Valkiria, Hotel Del Rey, Ultimate Music - Press.
Serviço Belo Horizonte:
Data: 19/01/2012
Local: Music Hall
Endereço: Av. Do Contorno, 3239 – Santa Efigênia
Hora: 21h
Bandas de abertura: Sacrificed, Tormento e Silvercrow
Pontos de venda:
Cogumelo: Av. Augusto de Lima 555, Lj 32 – Centro
Patti Songs: Galeria do Rock, lj 52 – Centro
Ingressos 1° Lote: R$ 35,00 (Meia-Entrada)
R$ 70,00 (inteira)
Promocionais:
R$ 50,00 – do dia 19/12 até dia 31/12
R$ 60,00 – do dia 01/01 até dia 11/01

Censura: 16 anos de idade.

Informações: (31) 32240493 – 32226283

3 de janeiro de 2012

FABIANO NEGRI: O FIM DE UMA BANDA PARA O NASCIMENTO DE DUAS

Por João Messias THE ROCKER

Uma notícia que deixou muitos fãs que acompanham a cena de Hard Rock foi a notícia do encerramento das atividades da banda Rei Lagarto, que para celebrar o fim do seu legado, lançou o trabalho de despedida The Clockmaker's Dream, que além de mostrar o Hard característico da banda, aposta na versatilidade em temas ora mais introspectivos, ora em temas mais pesados, fazendo deste um trabalho que merece ser ouvido.

E apesar do fim da banda, não há motivo para tristeza, pois seu vocalista, Fabiano Negri está na ativa e mostrando que continua fazendo muita coisa boa, como no seu primeiro disco solo, lançado em 2010 chamado A Pratical Guide To Throwing Money Away, além de dois novos projetos que tem tudo para saciar a sede de conhecimento de muitas pessoas: Unsuspected Soul Band e Dusty Old Fingers.

Nessa primeira matéria para 2012, Fabiano nos contou sobre o fim das atividades do Rei Lagarto, do seu disco solo, dos novos projetos e outras coisas que vocês conferem nas linhas abaixo, que foram divididas por tópicos, visando facilitar a leitura!

Com vocês, Fabiano Negri!

Rei Lagarto:

Capa do último álbum do Rei Lagarto
Imagem extraída da Internet

New Horizons Zine: Quando vocês sentiram que The Clockmaker's Dream seria um trabalho de despedida?
Fabiano Negri: A decisão de encerrar as atividades veio antes da idéia do álbum. Apesar de todos nós estarmos ainda envolvidos com a música em outros projetos, sentimos que manter a banda, com as expectativas que este nome gerava tanto pra nós como para o público mais fiel não era mais uma possibilidade. Mas não queríamos simplesmente “assoprar a vela” e enviar uma nota pra imprensa. Estamos sempre compondo, e a idéia de um álbum de despedida foi praticamente automática.

NHZ: E o interessante do trabalho é que ele é duplo e musicalmente dividido em duas partes: uma mais voltada para o Hard Rock e outra mesclando o Progressivo e os anos 70. Conte-nos o porquê desta divisão musical.
Fabiano: Foi muito interessante fazer este álbum, porque como sabíamos que era o último, não havia compromisso em se enquadrar em um ou outro estilo. Cada um expôs ali o que sentia no momento, suas influências, não houve tempo pra uma triagem, e no fim o resultado foi excelente. A diversidade sonora do álbum reflete exatamente as diferentes influências de cada membro.

NHZ: Ouvindo esse CD hoje, você mudaria alguma coisa nele?
Fabiano: Sempre eu acho que alguma coisa poderia ser melhorada. Mas se for pra pensar assim eu não lançaria nada. Sou muito perfeccionista, mas tenho que ter em mente a realidade de minhas produções e nunca deixar a busca pela perfeição atrapalhar o desenvolvimento de um trabalho. Na verdade fiquei muito contente com o resultado final do The Clockmaker’s Dream, se fosse pra mudar seria pouca coisa.

NHZ: Todos nós sabemos que hoje nenhuma banda independente consegue viver da venda de seus álbuns, e vocês disponibilizaram quase toda a sua discografia para download, e pelo menos dessa forma a banda se torna mais conhecida. O que mudou em termos de divulgação vocês terem disponibilizado seus discos na rede?
Fabiano: Esse é um assunto bastante recorrente. Talvez tenha demorado um pouco mais pra algumas bandas que pra outras, mas me parece que agora a grande maioria já está adaptada à atual realidade. Se por um lado a midia física não é um atrativo para obter a atenção do público, por outro a discografia disponível na rede leva sua música a qualquer lugar do mundo. O grande desafio na realidade é conseguir bancar uma produção de qualidade, cada vez mais a música esta se tornando um hobbie onde a gente coloca cada centavo que sobra depois de pagar as contas da casa, com uma renda vinda de outra atividade. Não tenho muito certo ainda na minha cabeça como resolver esse problema, se alguém tiver a solução por favor me avise!
Quanto à divulgação do trabalho, apesar da facilidade de se expor na rede, esbarramos com uma enxurrada de bandas que aparecem todos os dias no mundo inteiro e têm as mesmas possibilidades que uma banda que está há 20 anos na estrada. Aí você tem que encarar que o diferencial vai ter que ser a qualidade. A gente faz o melhor que pode e conta com sites, blogs e revistas especializadas, que são os principais meios hoje em dia de destacar o que pode ser um trabalho bacana.


NHZ: Apesar de encerrarem as atividades, vocês pensam em se reunir no futuro?
Fabiano: Nós não tivemos nenhum tipo de desentendimento, continuamos envolvidos com música, inclusive contamos ainda uns com os outros. O Rei Lagarto foi pra cada um de nós sem dúvida o trabalho mais importante de nossas carreiras. A banda acabou porque tivemos a sensação de que tínhamos chegado à nossa estação, e era a hora de descer do trem. Acho difícil uma reunião a não ser que isso pareça ser relevante em algum momento, ou pra nós, ou para o público. Por enquanto ficamos com a sensação de dever cumprido, e levamos na memória muita coisa boa que rolou nesses anos todos.

Carreira Solo:

Capa do álbum solo de Fabiano Negri
Imagem extraída da Internet
NHZ: No ano passado você lançou seu primeiro album solo, A Practical Guide To Throwing Money Away. Em que momento você percebeu que essas músicas não caberiam no Rei Lagarto? O que as pessoas estão achando do seu trabalho.
Fabiano: Eu estou sempre fazendo músicas, volta e meia eu me vejo com umas 15 músicas prontas, daí penso em que disco eu poderia colocar, e quando resolvo, descarto várias delas e faço novas. A idéia do álbum solo era de antes de voltarmos com o Rei Lagarto, em 2007. Eu ía lançar um disco, então retornamos com Rei Lagarto, pensei em selecionar umas músicas pra banda, mas no fim usamos pouca coisa e fizemos mais coisas novas.
Tinha muita coisa com uma roupagem extremamente pop nesse acervo, e não se encaixava com o estilo do Rei Lagarto, então não descartei a idéia do disco solo. Mas quando resolvi gravar outras coisas surgiram, e já que o disco não tinha compromisso nenhum com estilo, eu pude colocar fortes influências que eu tenho, e que, até então, estavam guardadas na gaveta.

NHZ: E o CD possui os mais variados estilos, tendo como Old Cat o seu maior destaque, pois nesta temos uma veia bluesy e um clima western, além de uma linha vocal carregada de emoção. Por curiosidade: foi muito difícil finalizar e graver essa música?
Fabiano: Como eu já disse sou perfeccionista, mas tenho um problema sério que vai totalmente contra isso. Odeio gravar uma coisa mais de uma vez. Então, o que vc ouve em Old Cat foi gravado em, no máximo, dois takes. Não gosto de ficar repetindo, acho que a vibe inicial fica perdida e a coisa começa a soar robótica. O Ricardo Palma, que é o técnico de som do álbum, vive dizendo que eu preciso ter mais paciência pra gravar. Mas isso é uma coisa que eu duvido que vai mudar! Nesse ponto sou muito chato (risos)!

NHZ: E quando falamos CD solo, é solo mesmo, pois você gravou a exceção do baixo, todos os instrumentos e produziu o trabalho. Como é ver o trabalho finalizado após a fase embrionária?
Fabiano: Mais fácil do que quando trabalho com uma banda. Eu já tinha as músicas prontas na minha cabeça e como fui eu que toquei e cantei já sabia exatamente como ficaria, afinal conheço bem a minha tosquice! Nesse ponto trabalhar como banda é bem mais dificil. Às vezes você imagina uma coisa e seu companheiro faz algo totalmente diferente.

NHZ: Você chegou a fazer shows para divulgar esse disco e se tem planos para algumas apresentações?
Fabiano: Fiz uma única apresentação na ocasião do lançamento. Eu gostaria sim de ter trabalhado mais o disco, mas estava envolvido já com outros projetos, e simplesmente não aconteceu. Mas eu gosto muito desse disco, quem sabe um dia não me dedico mais a ele?

Dusty Old Fingers
Foto extraída do blog da banda
 Novos Projetos:

NHZ: Você está com dois novos projetos, a Whigger Soul Band e Dusty Old Fingers . Como andam os preparativos para ambos e quando podemos esperar por lançamentos.
Fabiano: Está muito legal! A Whigger Soul Band mudou de nome. Infelizmente o termo Whigger que achavamos que teria uma conotação irônica, tem na verdade uma conotação racista, principalmente nos EUA. Como temos alguns contatos por lá resolvemos mudar o nome para Unsuspected Soul Band. Nessa banda estou trabalhando com o Yon Berry – baixista do Rei Lagarto – e com um time muito bom completado por Eliezer Oliveira (guitarra), Ric Palma (guitarra) e César Pinheiro (bateria). Nosso som é um Soul Rock bem raiz, com muita influência da Motown, mas com um acento Rock n’ Roll. Já estamos preparando o primeiro single e vamos cair na estrada em 2012, com um show que além de música de qualidade trará muito cuidado com a parte visual.
O Dusty Old Fingers conta com Eliezer e César na formação também. È um projeto que desenvolvi com o Tony Monteiro (jornalista da Roadie Crew) e que é uma espécie de ópera rock, que conta a história de Brian Jones, guitarrista e fundador da banda Rolling Stones. A banda é completada pelo experiente baixista Joni Leite que fez parte de uma das bandas mais icônicas da região, O Bando. Todas as letras ficaram a cargo do Tony, que diga-se de passagem fez um trabalho brilhante. Toda a parte musical ficou por minha conta e estamos em pleno processo de produção do álbum “The man who died every day”. O álbum deve estourar por ai no segundo semestre de 2012.

NHZ: E falando em lançamentos, você pretende lancá-los para download como no Rei Lagarto.
Fabiano: Não, apenas algumas amostras. Como estamos trabalhando numa produção mais requintada, esperamos que as pessoas enxerguem o valor das obras e comprem. Podem ter certeza que o produto final será caprichado!

NHZ: E fazer esse tipo de projeto de certa forma te fez querer se explorar mais musicalmente, querer ouvir outros tipos de música, voltar a ter aulas de canto, aprimorar-se em algum instrumento, etc
Fabiano: Estou totalmente mergulhado na música negra americana. A riqueza das produções e a qualidade dos artistas da Motown é uma coisa que me fascina. Estou dedicando minhas folgas para estudar e compreender a linguagem dessa música, que sempre amei mas nunca tive oportunidade para tocar e cantar. Espero convencer, afinal estamos falando de alguns dos artistas mais talentosos de todos os tempos.

Cena Nacional:

NHZ: Como você vê o perfil da garotada que ouve rock hoje? Eles valorizam as bandas nacionais que não estão na grande mídia?
Fabiano: Pra ser sincero, não tenho tido muito contato com “a garotada” de hoje. O som que eu faço, sem dúvida não é o que eles estão acostumados a ouvir. Acontece que o rock simplesmente não é mais a bola da vez. Nos anos 80 e 90 tinha muita porcaria também na grande mídia, mas era possível ouvir Aerosmith, Kiss, U2, Deep Purple, nas principais rádios do país e na MTV. Tinha aqueles que apreciavam e outros, provavelmente a maioria, que íam na onda e engrossavam o caldo. Hoje o rock como nós conhecemos saiu dos holofotes, e o público se restringe àqueles que realmente apreciam. Poucos valorizam bandas que não estão na vitrine. Sem contar com as milhares de banda que brigam hoje em dia por um espaço, inundando a internet com informações e músicas a todo o momento. Não culpo o público, é realmente dificil ouvir tanta coisa nova ao mesmo tempo e ainda curtir suas bandas favoritas. Mas tenho em mente que, se o trabalho for bem feito, todos podem ter o seu grupo de admiradores. É só não querer ser um superstar que tudo vai dar certo (risos).

NHZ: Quais bandas nacionais que você ouve hoje?
Fabiano: Fiquei muito impressionado com os álbuns do Tomada e do Carro Bomba, que saíram esse ano. Mas posso destacar também o Massahara, o Statik Majik e o King Bird.
Sempre que tenho tempo tento ouvir todos os lançamentos das bandas nacionais. Temos muita música boa rolando por ai.

 

Videoclipes:

NHZ: Vocês fizeram vídeos muito bem produzidos para Lady e Shall We Dance. Você possui planos de fazer algo do tipo para esses seus novos projetos?
Fabiano: Claro! Quero um material ainda melhor para ilustrar minhas novas bandas. Hoje em dia só a música não adianta para chamar a atenção. As bandas têm que investir muito para trazer um material de qualidade. Tanto a Unsuspected Soul Band quanto a Dusty Old Fingers estão trabalhando para oferecer o melhor para o público. E bota trabalho nisso!

Encerramento:

NHZ: Obrigado pela entrevista! Deixe uma mensagem para os leitores do New Horizons Zine!
Fabiano: João, obrigado por incentivar e apoiar artistas como eu.
Gostaria de agradecer a oportunidade de falar um pouco sobre a minha carreira e agradecer muito às pessoas que curtem e consomem o meu som em qualquer banda que eu esteja a frente. Enquanto muitos reclamam da dificuldade, eu prefiro agradecer. Com muito trabalho a gente sempre chega lá. Pode não ser aonde você imaginou, mas de alguma forma o reconhecimento aparece!
Muito obrigado e um grande abraço!

28 de dezembro de 2011

2011: PARA FICAR NA MEMÓRIA ...

Não poderia de deixar de escrever essas considerações finais sobre este ano!

Só tenho que agradecer a todos os amigos do Universo do Rock And Roll pelas coisas boas que ocorreram, seja devido aos shows (que aconteceram aos montes), as novas amizades conquistadas e os antigos que permanecem até hoje!

E principalmente pelo ano maravilhoso do blog, pois desde julho (mês de aniversário) os acessos aumentaram muito e vem se mantendo constantes. E com esse feito o blog conseguiu algo que era buscado desde a sua fundação em 2007: Ser um veiculo consolidado no cenário Rock/Metal!

Claro que agora é a hora de manter essa crescente, e já nos primeiros dias de 2012 teremos matérias especiais, aguardem que todos irão curtir!

Abraços a todos, um feliz Ano Novo e nos encontramos em 2012!

9 de dezembro de 2011

MAYAN E MELLINNE: AGRESSIVIDADE COM TOQUES FEMININOS

Mark Jansen (MaYaN)
Foto: João Messias THE ROCKER
O Mayan é um superprojeto que conta com membros e ex membros das bandas Epica, After Forever, Delain, entre outras, lançou neste ano o álbum Quarterpast, que consegue unir elementos do Progressivo e Metal Extremo (o que não é surpresa, pois ambas as bandas foram adicionando estes elementos com o tempo), mesclando passagens densas com alguns interlúdios operísticos. Tudo com muita coesão e sensibilidade, tendo uma música forte, intensa e intrincada, e que merece ser ouvido com toda a atenção.

 A tour que passaria por outros estados como Curitiba e Rio de Janeiro, teve como único show este realizado em São Paulo, dia 26 de novembro, no já tradicional Carioca Club, que de uns anos para cá vem sendo o reduto da nação de Rock/Metal em São Paulo.
Cheguei por volta das 18h30, e a banda de abertura, Mellinne, de São José dos Campos já fazia o seu show, que mostrou um Metal Melódico/Progressivo bem estruturado, que se destacou pelo entusiasmo dos seus músicos e pela beleza da vocalista Christie Mary.

A banda levou músicas próprias e uma boa versão para The Trooper, dos britânicos do Iron Maiden, e que apesar do pouco tempo e do som não estar tão bom, conseguiram passar bem o recado.

Passados poucos instantes, o MaYaN iniciou a sua apresentação, e era visível o entusiasmo dos músicos, principalmente Mark Jansen, que nesta apresentação atuou apenas nos vocais, e se mostrou um excelente frontman, com uma postura insana, agitando sem parar e esbanjando potência nos vocais ora berrados, ora guturais, com o público (que compareceu num ótimo número) respondendo a altura. Mas o que estava bom ficou muito melhor quando entraram no palco as divas Floor Jansen (After Forever), Simone Simmons (Épica), Laura Macri, e o vocalista Henning Basse (Metalium, Sons Of Seasons) com seu visual Jack Sparrow, onde cada um ao seu estilo deu um contraste todo especial a apresentação.


Floor Jansen (MaYan)
Foto: João Messias THE ROCKER

E a apresentação caminhava para ser uma das melhores do ano, pois as músicas soam mais brutais e diretas, como Symphony Of Aggression, The Savage Massacre, Quarterpast e Course Of Life, que deixaram muitos headbangers com os pescoços doloridos com sons tão fortes e intensos, com destaque para a alternância de vozes entre Jansen e Basse, esse numa linha próxima do Metal Tradicional e o trio feminino auxiliando nos backing vocals e em algumas linhas principais.
Em Essenza de Ti, era a hora de Laura Macri mostrar seus dotes operísticos, que deixou muitos marmanjos babando pelo seu vozeirão e pela sua beleza. E após esse momento mais tranqüilo, a banda mandou Celibate Aphrodite, que depois entrou para um momento diferente do show, quando Henning Basse mostrava a camiseta do Iron Maiden, e aí a dica foi dada com a banda mandando um medley da Donzela de Ferro, com trechos de The Number Of The Beast, The Trooper, Fear Of The Dark e Run To The Hills, que embora tenham sido executadas com maestria, com direito a bumbos duplos do baterista Arien Van Weesenbeek, e de ter levado o público ao delírio, achei desnecessário levarem esses covers. Poderiam ter levado sons do Metalium, visto que a mesma tem muitos fãs por aqui!

Mas após esse momento nostálgico, a banda caminhava para o final da primeira parte da apresentação com Bite The Bullet e Drown The Demon, onde a banda saiu ovacionada, aliás, a resposta do público ao som da banda era algo digno dos gigantes do Rock.

E no bis, claro, Laura Macri nos brindou com mais um pouco da sua voz e beleza em O Sole Mio, e depois as pedradas Way On Terror (que possui um clipe de fortes emoções) e Sinner's Last Retreat, já com todos os integrantes no palco.

Mas ainda tinha mais, e para infartarem os fãs do Épica, o tecladista dá lugar a e Simone Simmons vem a frente do palco para executarem Cry For The Moon, numa versão mais pesada. Só que a apresentação ainda contou com Floor Jansen cantando Follow In The Cry do After Forever, mostrando que os problemas que a vocalista teve no passado foram superados e sua voz continua excelente!
Simone Simmons (MaYan)
Foto: João Messias THE ROCKER

E infelizmente chegou ao fim a apresentação dessa superbanda, que pelo material apresentado em Quarterpast e pelo poder de sua apresentação, tem que continuar a sua história lançado discos e fazendo tours.

Só fica um recado, assim como o público fez muito bem a sua parte neste show, nós como pessoas que apóiam o Metal Nacional, devemos fazer o mesmo em apresentações com as bandas nacionais como a, Ecliptyka, Shadowside, Torture Squad, Diafanes, Korzus e muitas outras.

6 de dezembro de 2011

CURSO DE MARKETING PARA BANDAS: AQUI NINGUÉM FICA DE EXAME

Imagem extráida do site:
http://www.topcomcursos.com.br/
Na primeira vez que fora realizado o curso, tinha ficado muito chateado por não ter conseguido ir, mas quando soube que aconteceria novamente, tratei de fazer logo a minha inscrição e pensei comigo: a hora chegou!

Depois de um mês de ansiedade, veio o grande dia, e posso lhes garantir que o conteúdo direcionado ao curso é algo excelente não apenas para as bandas, mas para todos que querem seguir carreira no rock, seja na área de Assessoria de Imprensa, Publicidade, Fotografia e Jornalismo, até porque nem todos os fãs do estilo pensam em montar uma banda.

O curso foi dividido em duas partes nas quais eu chamo de Razão e Emoção, onde a primeira, a "Racional" foi com o Publicitário Alan Albuquerque, produtor do programa To No Palco, onde o mesmo explicou sobre as etapas de Planejamento, Criação de um Nome, algumas coisas de marketing, onde foi mostrada inclusive a Analise Swot (quem estudou Planejamento sabe do que estou falando), importância do uso das cores, fotos, além da coisa mais importante: o profissional tem de ser um empreendedor, e seguir com a sua banda, projeto, revista como um modelo de negócio!

Só que o interessante é que todo esse conteúdo foi passado de uma forma clara e transparente, onde até quem não viu este tipo de matéria anteriormente conseguir gravar sem traumas.

Já a segunda parte, a "Emocional", foi aplicada por Fabrício Ravelli, e um dos diretores do programa To No Palco, além de ser baterista da banda Imbyra, além de ter feito parte das bandas Hirax, Salário Mínimo, Scars, Harppia, entre outras, contou de sua experiência de quatro anos no exterior, onde pode perceber o porque das bandas independentes conseguem viver lançando seus trabalhos e ao contrário do independente no Brasil, lá fora as bandas VIVEM de sua música, e não SOBREVIVEM.

Outro aspecto interessante abordado pelo músico e empresário foram o Big 4, explicando o porque das bandas terem feito este grande acontecimento do Thrash mundial, não apenas por dinheiro, mas pela União para que este grande evento ocorresse, e que isso deveria servir de exemplo para a cena nacional, lembrando alguns conceitos do Cooperativismo, além da idéia  sobre as bandas de diferentes regiões do país criarem um intercâmbio entre elas.

Enfim, as dicas deste curso foram muito importantes, pois falando por mim, mesmo estando há muitos anos no meio, sempre escrevendo, acompanhando shows e trabalhos de bandas mainstream e underground, percebi que algumas coisas importantes eu havia deixado de lado e outras eu não estava fazendo da forma correta, o que me deixou muito animado para levar este blog de maneira mais profissional e com mais atenção aos detalhes. Como é bom rever certos conceitos...

Para encerrar é interessante dizer duas coisas: que o curso é altamente recomendado as pessoas que vêem a música muito mais que diversão e sim um modelo de negócio e que os professores sisudos das universidades deveriam se conscientizar que os rockers com seus cabelos compridos e roupas pretas podem sim ser grande empreendedores!

Se você quiser saber mais, entre em contato através dos links abaixo:

21 de novembro de 2011

ZUMBIS DO ESPAÇO: HOMENS VIVOS QUE CONTAM HISTÓRIAS

Zumbis do Espaço
Foto Extraída do Facebook
Por João Messias THE ROCKER

Conhecidos por sua mescla inteligente de Punk Rock, Psychobilly, Country e Metal, que alia uma temática que fala de morte e sangue, mas com um fundo de verdade, tem em trabalhos como Aqui Começa O Inferno e Destructus Maximus seus pontos altos na carreira, pois os trabalhos possuem muita energia e podem ser ouvidos diversas vezes sem enjoar.

E nessa entrevista feita com o vocalista Tor, ele nos contou de coisas do passado, presente e futuro da banda como vocês podem acompanhar nas linhas abaixo!

NEW HORIZONS ZINE: Como é a primeira entrevista com a banda, vou começar perguntando do passado até chegarmos ao presente. Os Zumbis do Espaço tem uma sonoridade bem particular, uma mescla de Psychobilly, Punk Rock, Country e Metal. Quando vocês formaram os Zumbis, como foi desenvolver esta sonoridade?
Tor: Na verdade, foi natural, pois todos nós somos e éramos psicopatas de musica, gostávamos de vários tipos de musica e estilos, e fomos incorporando essas sonoridades as nossas influencias básicas que eram primeiramente bandas de Rock básico. Acho que chegamos ao nosso som no disco “Abominável Mundo Monstro” de 1999.

NHZ: E além da sonoridade, o que chama a atenção são as letras, que falam de sangue, morte, vampiros, baseada naqueles trash movies, mas sempre com um fundo de verdade. A intenção desde o início era ter essa mescla de sarcasmo e critica?
Tor: No começo, acho que queríamos só chocar e soar os mais insanos possíveis, mas o lance critico e do amadurecimento das letras veio com o tempo, acho que a partir do “Aberrações que somos” de 2002, passamos a compor melhor e nos expressar melhor aliando a insanidade com a realidade.

NHZ: O álbum Aqui Começa o Inferno mostrava uma nova faceta da banda, pois apesar da influência country sempre estar do lado da banda, vocês utilizaram instrumentos "reais" do estilo, como banjo, dobro, etc, que foram executados pelo convidado Joziel Wagner. Como surgiu esta idéia e se chegaram a pensar em efetivá-lo nos Zumbis.
Tor: O Joziel é amigo nosso há mais de 20 anos, é o melhor guitarrista que eu conheço, e sua presença sempre enriquece muito musicalmente, na época já tínhamos feito 3 albuns de estúdio e 2 ao vivo, vínhamos numa crescente com discos como Abominável, Aberrações, estávamos cada vez mais conhecidos e ao mesmo tempo ouvindo muita musica Country, eu queria fazer um álbum musicalmente superior aos outros e uma coisa que eu sentia muito desde a saída do Cromo era a falta de solos e arranjos nas musicas do Zumbis. Então eu convidei o Joziel pra ir para o estúdio com a gente, e acho que fizemos um grande disco, ele também tocou em todos meus discos solos e gravou varias guitarras no “Destructus Maximus”. Quanto a efetivar ele na banda sabíamos que era inviável, pois ele é muito ocupado e tem muitos compromissos como musico de estúdio e ao vivo em diversas bandas.

NHZ: Tor, e paralelamente aos Zumbis, você tem uma carreira solo mais voltada para o Country, como andam os trabalhos e como os fãs do Zumbis reagiram a eles?
Tor: Acabei de lançar meu terceiro disco solo, ele se chama “Quando se perde a Razão” e agora tenho uma banda muito boa pra me acompanhar, a partir de 2012 estaremos fazendo shows, quanto aos fans do Zumbis uns gostam e outros não, mas eu não me pauto por isso para fazer musica. Portanto não me influencia o que os outros pensam. Mas é lógico que eu fico satisfeito quando gostam e entendem esse trabalho.

NHZ: E apesar de lançarem álbuns com regularidade, o forte de vocês são as apresentações ao vivo, que já foram registradas em CD e DVD. O que representa para vocês estar em um palco?
Tor: O palco é aonde a mágica acontece, é o divisor de águas de uma banda, é a prova final, e onde poucos sobrevivem. Eu sei que em muitas noites fomos realmente matadores em cima do palco e acho que é por isso que estamos ai até hoje.

NHZ: Falando em apresentações, vocês fizeram há pouco tempo apresentações com a formação clássica. Como pintou essa oportunidade e qual a reação dos fãs ao ver este line up em ação?
Tor: Essas apresentações foram fantasticas. A maioria dos fãs do Zumbis, nunca puderam ver essa formação ao vivo, pois Cromo saiu da banda logo após a gravação do Abominavel, e não chegou a fazer a tour do album, e justamente foi esse álbum que nos levou a um publico muito maior, e o Cromo passou a ser uma especie de Lenda, pois ninguem nunca mais soube dele, ele se afastou da musica e só o reencontrei anos mais tarde quando eu chamei pra ele fazer alguns shows com a minha banda solo. Nessa época muitos fãs mais novos do Zumbis vinham com os discos da epoca pra ele autografar, e tambem não podemos esquecer que essa formação foi responsavel por albuns como a Invasão, Abominavel e os 3 EP's. Era o mínimo que a gente podia fazer em reconhecimento ao Cromo e aos nossos fãs.

NHZ: Vocês lançam seus trabalhos pela Thirteen Records. Como é a relação com o selo após tantos anos?
Tor: É ótima! Temos controle sobre nossa musica e todos nossos lançamentos, fazemos o que queremos e quando queremos. Não tem porque mudar.

NHZ: Vou citar fatos marcantes que aconteceram com a banda durante esses anos e queria sua opinião a eles:
• Morte de El Phantasma
• Shows com Marky Ramone
• Tributo ao Garotos Podres
• Apresentação na Virada Cultural em Santo André

Tor: A morte do El Phantasma foi muito triste, não só pela banda, mas por ele ser uma pessoa incrível, era novo e um excelente musico, tinha a vida toda pela frente e sofreu um acidente que ninguém teve culpa, mas afinal, são coisas que acontecem na vida.
Os shows com Marky foram legais, pois foi a primeira vez que viajamos em um esquema de turnê e tocando com um Ramone, o ver tocar toda noite realmente foi especial.
O Garotos Podres, das bandas desse estilo e época é a que eu mais gosto. Fizeram grandes musicas e são muito bons ao vivo. Fui convidado pelo Português, o baterista original do GP, para participar do tributo. Poderia ter escolhido qualquer musica deles, mas escolhi Verme porque a letra tem a ver com o Zumbis.
Adoramos tocar no SESC, a estrutura é sempre excelente e o publico que vai sempre é legal, é uma honra tocar em um evento como a Virada Cultural, e naquele dia tivemos a companhia do Zé do Caixão. Foi demais...

NHZ: Para encerrar, em 2010 os Zumbis fizeram 15 anos de estrada! O que podemos esperar dos Zumbis para o ano que vem?
Tor: Fizemos 15 anos em 2010, para 2012, esperamos lançar um novo disco de estúdio, já temos algumas musicas e queremos fazer algo realmente especial, fora isso é continuar tocando e encontrando os fans pelo País.

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